Diário das leituras /fichamentos elaboração do meu artigo:
Alfabetismo Funcional
Realizei meu estágio nas salas da EJA, e este assunto chamou-me a atenção, porque os alunos até conseguiam ler frases, palavras, textos pequenos, porém não sabiam interpretá-los, ou seja, não sabiam do que se tratava o que estavam lendo. Comecei a pensar nesta dificuldade que atinge milhões de Brasileiros em todos os faixas etária, e em seguida comecei a pensar na possibilidade de fazer a pesquisa científica sobre analfabetismo funcional.
Foi muito difícil, não sabia nem como planejar uma investigação, uma estratégia de pesquisa porque, era algo desconhecido pra mim. Mas aos poucos fui buscando, lendo, adquirindo um pouco de conhecimento sobre o assunto escolhido por mim, e o mais importante, observando na prática as dificuldades dos alunos da EJA, em compreender títulos, textos e frases curtas apesar de saber ler, escrever e contar. A partir daí comecei a ler artigos relacionados ao assunto analisar o quanto o analfabetismo funcional faz um entrave na vida de uma pessoa, principalmente na vida profissional, diante de um mercado tão competitivo que exige habilidades na área da leitura, escrita e interpretação. E através de outros artigos comecei a dar os primeiros passos. O tempo foi curto e limitado e não permitiu buscar, analisar, investigar outros materiais como livros disponíveis, editados por doutores no assunto. O qual pretendo ler quando começar a escrever o meu artigo de conclusão do curso.
Foram muitas as correções da professora, começando pelas normas da (ABNT) ao qual ainda não consigo dominá-la, na conclusão, no resumo, na fundamentação teórica que sustenta o artigo etc..
Quero aprender e estou disposta a realizar uma boa pesquisa de conclusão de curso, pois o assunto é preocupante e urgente.
Como disse no parágrafo anterior o tempo foi remido, e o meu artigo ficou com pouca fundamentação teórica, inclusive mencionada pela professora Marilza.
Segue algumas fundamentações que usei no artigo.
Segundo Gumperz a escrita não é mais apenas um meio de armazenar e transmitir informações e, sim, a tecnologia fundamental sobre a qual as sociedades grafocêntricas são construídas tornando-se uma pré-condição de qualquer mudança ou progresso futuro (GUMPERZ, 1991)
Segundo Mortatti na atual sociedade brasileira, as práticas de leitura e de escrita possuem importância fundamental na vida dos indivíduos e em seu convívio social. Mortatti (2004, p.98)
A desvantagem do analfabetismo funcional segundo Coelho (2007) é que a educação é fundamental para que todo o cidadão tenha dignidade e oportunidade na vida.
É possível perceber as mudanças sociais ocorridas com relação à leitura e a escrita quando se verifica que ser analfabeto na sociedade brasileira, antes da segunda metade do século XIX, não impedia que o indivíduo se inserisse nas diferentes práticas sociais, uma vez que as maneiras de se comunicar eram baseadas na oralidade e a escrita possuía função secundária. Galvão e Pierro (2007)
Segundo a pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), publicada em 2014 pelo IBGE, Instituto de Geografia e Estatística, o analfabetismo tem caído no país, mas ainda alcança 13 milhões de brasileiros acima de 15 anos, o que corresponde a 8,3 % da população.
Segundo Botelho para que o analfabetismo funcional se erradique, que é hoje uma preocupação mundial, deve- se treinar e educar para uma boa qualidade no sistema educacional, com planejamento e investimento compatível com a nossa realidade. O custo da qualidade é a despesa do trabalho errado, mal feito, incompleto sem profissionalismo. É o analfabetismo funcional (Botelho, 2007)
Referências Bibliográficas:
Texto: MANUAL DE NORMALIZAÇÃO: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, monografias, dissertações e teses
Organização: Prof. Dr. Flávio Leal
Videoaula: Como fazer um fichamento
Prof. Ivan Guedes
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
domingo, 9 de outubro de 2016
Atividade 5
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Faculdade de Educação – PEDAGOGIA EAD
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Conteúdos e Metodologias da Matemática II
Carga Horária: 90 horas
Ano: 2016
Semestre: 6° Módulo:17 Unidade: 3
Professor (a): Eliane Aparecida de Souza Oliveira
Polo:Nanuque Aluno (a): Núbia Valquíria Rios Siqueira
Atividade V - Unidade 3
Medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa.
Faça uma análise das charges abaixo e liste informações, conceitos entre outros pontos importantes a cerca do estudo de medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa por você evidenciados.
A)Observei que os alunos utilizaram uma medida não convencional (sapato) para saber a largura e o cumprimento da mesa, para isto os alunos deverão decidir que tamanho de sapato deve usar.( A importância de usar medidas não convencionais para saber o comprimento e largura de um móvel)

.B) : Para obter o resultado os alunos deverão usar a balança para pesar a massa e a fita métrica para saber quantos milímetros de água tem em cada copo.( A importância de ensinar massa/ volume)

C: Pedro vai usar as medidas quilômetro/metro para saber a área percorrida e descobrir o caminho mais curto. (A importância de ensinar distância em quilômetros/metro

domingo, 28 de agosto de 2016
FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA EAD
NÚBIA
VALQUIRIA RIOS SiQUEIRA
Tapete
das famílias silábicas.
Como ensinar
as sílabas e a formação de palavras de forma lúdica.
Objetivos:
Formar
pequenas palavras utilizando famílias silábicas simples.
Trabalhar
a ortografia e a leitura.
Faixa
etária: a partir de 6 anos.
Quando
a criança é estimulada, a aceitação do novo se torna simples aprender a ler e
escrever pequenas palavras,nessa faixa etária,que é um grande desafio.
Conforme
a criança vai evoluindo de um estágio, é importante que ela conheça a grafia
correta de algumas palavras. Por isso essa atividade ajuda nesse processo de
alfabetização.
Para
se obter um bom resultado as atividades propostas devem ser trabalhadas de
forma continuada.
A
criança aprende a ortografia de forma lúdica e vai consolidando a estabilidade
motora do processo, concentrando-se na sílaba por escrever.
Como colocar
esses conceitos em prática:
Material
utilizado:
TNT
colorido (45 cm X 80cm)
Diversos
E.V.A as coloridos recortados em formato de um bolso.
Alfabeto
móvel
Família
silábica móvel
Cola
quente
Como
fazer:
Cole
os bolsos de E.V.A no TNT.
Aplique
as letras móveis do alfabeto em cada bolso.
Posteriormente,
abasteça cada bolso com sua família silábica correspondente.
Procedimento:
Forme
dupla ou grupo de três alunos e distribua o tapete.
Apresente
uma figura e peça para que o aluno diga o nome dela.
Por
meio do tapete, o aluno irá encontrar as sílabas correspondentes para a escrita
dessa figura.
Ex:
SAPO
SA encontrada no bolso
da silábica S.
PO encontrada no bolso
da família silábica P.
Evolução
Conforme
as crianças vão evoluindo, além das figuras apresentadas, trabalhe outras
formas de jogar como:
Um
aluno monta uma palavra e o amigo do lado lê a palavra formada.
Um
aluno mostra a figura e o seu companheiro monta a palavras, e assim por diante.
Papel
do professor.
O
professor fica responsável para mostrar (imagens,
figuras ou oral).é importante que nessa hora ele seja um ajudador e orientador
no processo da formação da escrita e leitura.
sábado, 30 de abril de 2016
Pedagogia Empresarial
Com a chegada da tecnologia o trabalhador teve a
necessidade de produzir conhecimento e adquirir conhecimento, pois o mesmo
realizava trabalhos repetitivos agora tem uma grande parcela no processo
produtivo. As empresas sentem a necessidade de um profissional responsável
pelos processos educativos dentro das empresas capaz de conduzir o processo de
conhecimento nas mesmas.
A pedagogia empresarial se ocupa basicamente com os
conhecimentos as competências, as habilidades e as atitudes diagnosticadas como
indispensáveis e necessários à melhoria da produtividade.
O pedagogo como
instrumento de educação na empresa tem capacidade e os conhecimentos
necessários para identificar, selecionar e desenvolver pessoas para o âmbito
empresarial. Este profissional possui competências para trabalhar na área de
recursos humanos, pois a pedagogia busca formar o homem para a vida, se
preocupa com uma formação integral, crítica, seres pensantes, de opinião capaz
de ver a realidade e modificá-la.
A pedagogia vive a procura de
estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem, apropriação de
conhecimentos, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das
pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação
profissional quanto pessoal. Melhoria da produtividade
Portanto em função de toda a mudança,
ocorre à necessidade do pedagogo se tornar uma pessoa critica e visionária
capaz de se adaptar a mudanças, mais flexível, e que contribua efetivamente
para o processo empresarial, com objetivo primordial de se apresentar de forma
prática e teórica a função da área de treinamento e desenvolvimento de pessoal, bem como sua utilização para alcançar objetivos organizacionais.
Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração,
programas de treinamento. E também compreender e elaborar formas de mensurar resultados
em treinamento e desenvolvimento
O
pedagogo é um mediador do processo de aprendizado, pesquisador, gestor. Esse
profissional tem domínio da ciência pedagógica que fundamenta sua atuação. O
pedagogo empresarial cumpre um importante papel dentro das empresas e
organizações articulando as necessidades junto da gestão de conhecimentos, com
a função de qualificação de pessoal nas diferentes áreas do saber empresarial
gerando qualidade e produtividade, pois a empresa também é um ambiente de
aprendizado.
Referência
bibliográfica:
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral.
Pedagogia Empresarial –
atuação do
pedagogo na empresa.
Rio de
janeiro: Wak Editora, 2003.
PEDAGOGIA%20EMPRESARIAL%20TENDENCIAS.pdf
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Plano de Aula - Teatro -Menina Bonita do Laço de Fita
Plano
de aula
1)Título : Teatro da historia Menina Bonita do
Laço de Fita (Ana Maria Machado.
2)
Objetivos:
Compreender o teatro em suas dimensões
artísticas e estética, histórica e social...
Através do teatro (da história Menina Bonita
do Laço de Fita), valorizar a produção e a apresentação do teatro estimulando a
linguagem oral.
Desenvolver a imaginação a fantasia e
a criatividade.
Perceber-se e perceber o outro como
diferente, respeitar as diferenças.
3)
Público alvo: Crianças
de 4 a 7 anos de idade.
4)
Material: Cenário, casinha
para os fantoches (feita de papelão). Fantoches de varetas dos personagens, (elaborados
pelas próprias crianças). Uma menina de cor negra (como na história), um coelho
bem branquinho, uma mulata (mãe),uma coelha pretinha e vários coelhos,brancos,
listrados , malhados e pretos.(filhotes)
Texto da história Menina Bonita do
Laço de Fita.
Um fundo musical.
5)
Desenvolvimento: Trabalhar
as diferenças de maneira bem divertida e descontraída, através da peça de
teatro com fantoches de varetas (da história Menina Bonita do Laço de fita).
Antes de apresentar a história conversar
com as crianças que somo únicos. Temos nossas diferenças, com características
que herdamos dos nossos familiares, que precisam ser respeitadas e valorizadas.
Apresentação do teatro:
Uma criança que tem o domínio de
leitura faz a narração da história, e a medida que a história está sendo narrada,
outras crianças, representarão os personagens, usando os fantoches de varetas e fazendo suas falas. O resto da turma ficará na
plateia.
História: Menina Bonita do Laço de
Fita ( Ana Maria Machado)
Narrador :
|
|
Era uma vez uma
menina linda, linda.
Os olhos pareciam
duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e
lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a
mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita
coloridas.
Ela ficava
parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho
bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O
coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu
casar quero ter uma filha pretinha e
linda que nem ela...
Por isso, um dia
ele foi até a casa da menina e perguntou:
Fala do coelho:
- Menina bonita do
laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia,
mas inventou:
Fala da menina:
- Ah deve ser
porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
Narrador:
O coelho saiu dali,
procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro,
todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou
branco outra vez.
Então ele voltou lá
na casa da menina e perguntou outra vez:
Fala do coelho:
- Menina bonita do
laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia,
mas inventou:
Fala da menina:
- Ah, deve ser
porque eu tomei muito café quando era pequenina.
Narrador:
O coelho saiu dali
e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.
Mas não ficou nada
preto.
Fala do coelho:
- Menina bonita do
laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia,
mas inventou:
Fala da menina:
- Ah, deve ser
porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
Narrador:
O coelho saiu dali
e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar.
O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito
jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá
na casa da menina e perguntou outra vez:
Fala do coelho:
- Menina bonita do
laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia
e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela
que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
Fala da mãe da menina:
- Artes de uma avó
preta que ela tinha...
Narrador:
Aí o coelho, que
era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a
verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até
com os parentes
tortos.E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina,
tinha era que
procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou
procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava
aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando,
casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda
a ter filhote não
para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto,
preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha.
Já se sabe,
afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a
coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que
perguntava:
- Coelha bonita do
laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...
- Conselhos da mãe da minha madrinha...
6)
Avaliação: A
avaliação será feita pela observação do desenvolvimento de cada aluno, bem como
a forma como ele se expressou oralmente e o seu desenvolvimento ao interpretar
o personagem. Após a realização desta atividade, a professora também
acompanhará a forma como os estudantes passarão a se tratar em relação às suas diferenças.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
Atividade 2- Pesquisando a realidade Brasileira
28/06/2014 07h00 - Atualizado em 28/06/2014 07h00
Veja qual é a situação atual de cada uma das metas do Plano da Educação
PNE traça metas para todos os níveis de ensino até 2023.
Objetivo é melhorar a qualidade da educação nos próximos dez anos.
Do G1, em São Paulo

O Brasil tem dez anos para melhorar a qualidade de educação pública. Depois de quase quatro anos de discussão, o Plano Nacional da Educação (PNE) que estabele 20 metas, foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff na ultima quarta-feira (25) (veja no vídeo acima).
saiba mais
- Entenda os principais pontos do Plano Nacional de Educação
- Leia a íntegra do Plano Nacional de Educação (página do Diário Oficial)
- Plano Nacional de Educação é sancionado sem vetos por Dilma
- Royalties do petróleo vão garantir execução do PNE, diz Dilma
- Governo ainda vai discutir recursos para Plano de Educação, diz ministro
Alejandra Meraz Velasco, gerente da área técnica do movimento Todos pela Educação, diz que mesmo não tendo grandes inovações, todas as metas do PNE são muito desafiadoras. "O desafio é alcançar a equidade, o Brasil precisa lutar na redução da desigualdade. Temos de alcançar as metas e combater a desigualdade, não dá para a Região Nordeste ser visivelmente inferior às Regiões Centro-Oeste e Sudeste."
Para monitorar o andamento das metas, o Todos pela Educação criou, em parceria com outros institutos, o Observatório do PNE, uma plataforma on-line que traz indicadores sobre a situação em cada um dos objetivos estabelecidos pelo plano.
A elaboração é do Todos pela Educação com base em dados do censo escolar, IBGE/ Pnad, Prova ABC, Capes. Foram utilizados os dados mais atualizados, porém são do ano de 2012.
Confira a posição do Brasil em cada uma das 20 metas do plano:
1) EDUCAÇÃO INFANTIL
A meta é ter 100% das crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola até 2016...
Como estamos: 82,2%
... e 50% das crianças com até três anos matriculadas em creches nos próximos dez anos.
Como estamos: 23,5%
A meta é ter 100% das crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola até 2016...
Como estamos: 82,2%
... e 50% das crianças com até três anos matriculadas em creches nos próximos dez anos.
Como estamos: 23,5%
2) ENSINO FUNDAMENTAL
A meta é fazer com que todas as crianças de 6 a 14 anos estejam matriculadas no ensino fundamental de 9 anos...
Como estamos: 93,8%
... e garantir que, em um prazo de dez anos, pelo menos 95% delas concluam o fundamental na idade recomendada.
Como estamos: 67,4%
A meta é fazer com que todas as crianças de 6 a 14 anos estejam matriculadas no ensino fundamental de 9 anos...
Como estamos: 93,8%
... e garantir que, em um prazo de dez anos, pelo menos 95% delas concluam o fundamental na idade recomendada.
Como estamos: 67,4%
3) ENSINO MÉDIO
A meta é alcançar 100% do atendimento escolar para adolescentes entre 15 e 17 anos...
Como estamos: 81,2%
... e elevar, em até dez anos, a taxa líquida de matrículas dessa faixa etária no ensino médio para 85%.
Como estamos: 54,4%
A meta é alcançar 100% do atendimento escolar para adolescentes entre 15 e 17 anos...
Como estamos: 81,2%
... e elevar, em até dez anos, a taxa líquida de matrículas dessa faixa etária no ensino médio para 85%.
Como estamos: 54,4%
4) EDUCAÇÃO ESPECIAL
A meta é garantir que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica com atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.
Como estamos: não há dados para o monitoramento desta meta. As pesquisas e o Censo do IBGE não levantam informações completas que permitam diagnosticar a situação.
A meta é garantir que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica com atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.
Como estamos: não há dados para o monitoramento desta meta. As pesquisas e o Censo do IBGE não levantam informações completas que permitam diagnosticar a situação.
5) ALFABETIZAÇÃO
A meta é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental.
Como estamos:
44,5% das crianças com aprendizagem adequada em leitura (meta é atingir 100% em dez anos nos três quesitos)
30,1% das crianças com aprendizagem adequada em escrita
33,3% das crianças com aprendizagem adequada em matemática
A meta é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental.
Como estamos:
44,5% das crianças com aprendizagem adequada em leitura (meta é atingir 100% em dez anos nos três quesitos)
30,1% das crianças com aprendizagem adequada em escrita
33,3% das crianças com aprendizagem adequada em matemática
6) EDUCAÇÃO INTEGRAL
A meta é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas...
Como estamos: 28,4%
... e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Como estamos: 9,9%
A meta é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas...
Como estamos: 28,4%
... e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Como estamos: 9,9%
7) APRENDIZADO NA IDADE CERTA
A meta é melhora a qualidade da educação e aumentar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em três etapas até 2021:
- 6,0 nos anos iniciais do fundamental
Como estamos: 5,0
- 5,5 nos anos finais do fundamental
Como estamos: 4,1
- 5,2 no ensino médio
Como estamos: 3,7
A meta é melhora a qualidade da educação e aumentar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em três etapas até 2021:
- 6,0 nos anos iniciais do fundamental
Como estamos: 5,0
- 5,5 nos anos finais do fundamental
Como estamos: 4,1
- 5,2 no ensino médio
Como estamos: 3,7
8) ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO ADULTA
A meta é aumentar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, alcançando, em até dez anos, a média de 12 anos de estudo para as populações do campo e dos 25% mais pobres; além disso, igualar a escolaridade média entre negros e não-negros.
Como estamos:
7,6 anos (população do campo)
7,9 anos (população mais pobre)
9 anos (população negra)
A meta é aumentar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, alcançando, em até dez anos, a média de 12 anos de estudo para as populações do campo e dos 25% mais pobres; além disso, igualar a escolaridade média entre negros e não-negros.
Como estamos:
7,6 anos (população do campo)
7,9 anos (população mais pobre)
9 anos (população negra)
9) ANALFABETISMO DOS ADULTOS
A meta é reduzir para 6,5% a taxa de analfabetismo da população maior de 15 anos até 2015 e erradicá-la em até dez anos...
Como estamos: 91,3% (taxa de alfabetização)
... e reduzir a taxa de analfabetismo funcional pela metade no mesmo período.
Como estamos: 27% (meta é 13,5%)
A meta é reduzir para 6,5% a taxa de analfabetismo da população maior de 15 anos até 2015 e erradicá-la em até dez anos...
Como estamos: 91,3% (taxa de alfabetização)
... e reduzir a taxa de analfabetismo funcional pela metade no mesmo período.
Como estamos: 27% (meta é 13,5%)
10) EJA INTEGRADA À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é garantir que pelo menos 25% das matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) seja integrada à educação profissional.
Como estamos:
0,7% (no ensino fundamental)
2,7% (no ensino médio)
A meta é garantir que pelo menos 25% das matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) seja integrada à educação profissional.
Como estamos:
0,7% (no ensino fundamental)
2,7% (no ensino médio)
11) EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público.
Como estamos:
1.362.200 matrículas no ensino técnico (meta é atingir 4.086.600 até 2023)
59.989 novas matrículas na rede pública (meta é atingir 1.362.200 até 2023)
A meta é triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público.
Como estamos:
1.362.200 matrículas no ensino técnico (meta é atingir 4.086.600 até 2023)
59.989 novas matrículas na rede pública (meta é atingir 1.362.200 até 2023)
12) EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é elevar a taxa bruta de matrícula da educação superior para 50% da população entre 18 a 24 anos, assegurando a qualidade, e expandir as matrículas no setor público em pelo menos 40%.
Como estamos:
15,4% é a porcentagem de matrículas da população de 18 a 24 anos no ensino superior
A meta é elevar a taxa bruta de matrícula da educação superior para 50% da população entre 18 a 24 anos, assegurando a qualidade, e expandir as matrículas no setor público em pelo menos 40%.
Como estamos:
15,4% é a porcentagem de matrículas da população de 18 a 24 anos no ensino superior
13) TITULAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é garantir que pelo menos 75% dos professores da educação superior sejam mestres e 35%, doutores.
Como estamos:
68,3% mestres e doutores
29,9% doutores
A meta é garantir que pelo menos 75% dos professores da educação superior sejam mestres e 35%, doutores.
Como estamos:
68,3% mestres e doutores
29,9% doutores
14) PÓS-GRADUAÇÃO
A meta é ampliar as matrículas na pós-graduação stricto sensu para atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Como estamos:
42.878 mestres
13.912 doutores
A meta é ampliar as matrículas na pós-graduação stricto sensu para atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Como estamos:
42.878 mestres
13.912 doutores
15) FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é criar, em até um ano, uma política nacional de formação de professores para assegurar que todos os professores da educação básica possuam curso de licenciatura de nível superior na área de conhecimento em que atuam.
Como estamos:
78,1% professores de educação básica com curso superior
48,3% professores do ensino médio que têm licenciatura na área em que atuam
A meta é criar, em até um ano, uma política nacional de formação de professores para assegurar que todos os professores da educação básica possuam curso de licenciatura de nível superior na área de conhecimento em que atuam.
Como estamos:
78,1% professores de educação básica com curso superior
48,3% professores do ensino médio que têm licenciatura na área em que atuam
16) PÓS-GRADUAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é formar, em até dez anos, 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação, e garantir que 100% dos professores tenham curso de formação continuada.
Como estamos:
29% professores da educação básica com pós
A meta é formar, em até dez anos, 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação, e garantir que 100% dos professores tenham curso de formação continuada.
Como estamos:
29% professores da educação básica com pós
17) SALÁRIO DO PROFESSOR
A meta é equiparar, em até seis anos, os salários dos professores das redes públicas de educação básica ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Como estamos: 51,7% é o rendimento médio dos professores da educação básica em relação ao rendimento dos demais profissionais com mesma escolaridade
A meta é equiparar, em até seis anos, os salários dos professores das redes públicas de educação básica ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Como estamos: 51,7% é o rendimento médio dos professores da educação básica em relação ao rendimento dos demais profissionais com mesma escolaridade
18) PLANO DE CARREIRA DO PROFESSOR
A meta é criar, em até dois anos, planos de carreira para os professores do ensino básico e superior das redes públicas, tomando como base o piso salarial nacional.
Como estamos: não há indicador que permita o acompanhamento desta meta.
A meta é criar, em até dois anos, planos de carreira para os professores do ensino básico e superior das redes públicas, tomando como base o piso salarial nacional.
Como estamos: não há indicador que permita o acompanhamento desta meta.
19) GESTÃO DEMOCRÁTICA
A meta é em até dois anos, dar condições para a efetivação da gestão democrática da educação, com critérios de mérito e desempenho e consulta pública à comunidade escolar.
Como estamos: não há um indicador que permita acompanhar o cumprimento desta meta.
A meta é em até dois anos, dar condições para a efetivação da gestão democrática da educação, com critérios de mérito e desempenho e consulta pública à comunidade escolar.
Como estamos: não há um indicador que permita acompanhar o cumprimento desta meta.
20) FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
A meta é atingir, em até dez anos, o investimento do equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública.
Como estamos: 5,3%
A meta é atingir, em até dez anos, o investimento do equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública.
Como estamos: 5,3%
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Novo cenário da Política Brasileira
1) Pesquise
sobre a mudança recente dos ministros da educação. Porque houve esta mudança?
O ex-ministro da educação Cid Gomes
deixou o cargo dia 18 de março de 2015 ,após ter discutido com parlamentares e
fazerem trocas de ofensas na câmara dos deputados.
2)
Quem é o novo ministro?
Renato Janine Ribeiro é o 5º ministro
da educação desde o primeiro mandato de Dilma Rousseff, ele tomou posse do
cargo dia 6 de abril de 2015.
3)
Você sabe algo sobre a secretaria de educação do nosso Estado?
A secretária de Estado
de Educação de Minas Gerais, Macaé Evaristo, comemorou a assinatura pelo governador
Fernando Pimentel, nesta sexta-feira (15/5), do acordo histórico que vai
possibilitar o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional para os
professores da rede pública estadual. Além do reajuste salarial, o documento
também garante a extinção do regime de subsídio e o descongelamento das
carreiras, com isonomia de tratamento para todas as carreiras da Educação e
entre servidores ativos e aposentados. De acordo com a secretária, os avanços
só foram conseguidos com diálogo, transparência, sensibilidade e vontade
política, fruto de um esforço da categoria. “O esforço que o governo de Minas
Gerais fará nos próximos anos não tem comparação na história do Estado”,
destacou Macaé Evaristo.
A secretária de Educação ressaltou que, a partir da assinatura do acordo e de sua aprovação pela Assembleia Legislativa, os reflexos serão sentidos diretamente na sala de aula. “Teremos professores mais motivados, uma relação digna. Nós queremos que as pessoas sejam tratadas com dignidade, que todos os nossos estudantes sejam tratados com dignidade”, afirmou.
O consenso da sociedade brasileira de que a educação pública no país precisa melhorar, segundo a secretária, será garantido no governo estadual, com a manutenção da mesa de negociação com a classe. “Eu acho muito importante que a gente avance na discussão de piso, carreira e salário, mas, fundamentalmente, o que a gente precisa é avançar no debate da centralidade dos estudantes, dos currículos, dos professores”, avaliou Macaé.
A secretária ainda ressaltou a importância em garantir a estabilidade do quadro profissional nas escolas. “Outra questão que nós vamos fazer e que será muito importante para Minas Gerais é garantir um quadro mais estável nas escolas com uma política de nomeação”. De acordo com a secretária, o objetivo do governo é chegar ao número de 60 mil profissionais nomeados, invertendo o quadro atual.
Plano de carreira
Pelo acordo, será concedido reajuste de 31,78% na carreira do Professor de Educação Básica, a ser pago em dois anos, ficando assegurado o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.
A secretária de Educação ressaltou que, a partir da assinatura do acordo e de sua aprovação pela Assembleia Legislativa, os reflexos serão sentidos diretamente na sala de aula. “Teremos professores mais motivados, uma relação digna. Nós queremos que as pessoas sejam tratadas com dignidade, que todos os nossos estudantes sejam tratados com dignidade”, afirmou.
O consenso da sociedade brasileira de que a educação pública no país precisa melhorar, segundo a secretária, será garantido no governo estadual, com a manutenção da mesa de negociação com a classe. “Eu acho muito importante que a gente avance na discussão de piso, carreira e salário, mas, fundamentalmente, o que a gente precisa é avançar no debate da centralidade dos estudantes, dos currículos, dos professores”, avaliou Macaé.
A secretária ainda ressaltou a importância em garantir a estabilidade do quadro profissional nas escolas. “Outra questão que nós vamos fazer e que será muito importante para Minas Gerais é garantir um quadro mais estável nas escolas com uma política de nomeação”. De acordo com a secretária, o objetivo do governo é chegar ao número de 60 mil profissionais nomeados, invertendo o quadro atual.
Plano de carreira
Pelo acordo, será concedido reajuste de 31,78% na carreira do Professor de Educação Básica, a ser pago em dois anos, ficando assegurado o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.
O reajuste será
implementado em três parcelas que serão incorporadas ao salário. A primeira
delas, de R$ 190, corresponde a um aumento de 13,06% para o Professor de
Educação Básica, e será paga mensalmente a partir de junho de 2015. A segunda
parcela, no valor de R$ 135,00, representa um aumento de 8,21% para o professor
e será paga mensalmente a partir de agosto de 2016. As duas parcelas iniciais
serão incorporadas à tabela de vencimento em junho de 2017.
A terceira parcela, no valor de R$ 137,48, corresponde a um aumento de 7,72% para o professor e será paga mensalmente a partir de agosto de 2017, com incorporação à tabela de vencimento em julho de 2018. Isso significa que em agosto de 2017, o professor de Educação Básica terá assegurado o Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.
O acordo ainda garante a atualização do Piso Salarial Estadual nos mesmos índices de correção do piso nacional em janeiro de 2016, 2017 e 2018. Os aposentados nas carreiras da educação básica também terão os mesmos aumentos previstos para os servidores em atividade. Além da garantia do pagamento do piso, haverá a extinção do regime de subsídio e a implementação do vencimento inicial, acumulável com vantagens.
A terceira parcela, no valor de R$ 137,48, corresponde a um aumento de 7,72% para o professor e será paga mensalmente a partir de agosto de 2017, com incorporação à tabela de vencimento em julho de 2018. Isso significa que em agosto de 2017, o professor de Educação Básica terá assegurado o Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.
O acordo ainda garante a atualização do Piso Salarial Estadual nos mesmos índices de correção do piso nacional em janeiro de 2016, 2017 e 2018. Os aposentados nas carreiras da educação básica também terão os mesmos aumentos previstos para os servidores em atividade. Além da garantia do pagamento do piso, haverá a extinção do regime de subsídio e a implementação do vencimento inicial, acumulável com vantagens.
4)Quem é o secretário de educação de seu município?
Dulcelene Lima dos Santos Cardoso
5) Se você fosse o secretário de
educação do seu município. O que faria?
Elaboraria a política educacional do
município de Nanuque, com metas e investimentos para melhorar a qualidade da Educação Infantil
e Fundamental com reformas políticas educacionais ,em especial a educação infantil.
Pois os primeiros anos de vida de uma criança são decisivos para o seu
desenvolvimento futuro, até os 5 anos as crianças desenvolvem capacidades
fundamentais com base nas quais toda as
suas outras habilidades cognitivas serão construídas. Elaboraria
projetos voltados para o esporte arte e cultura, Com coordenadores capacitados
para atuar.
Reformaria as creches, para que ela se
torne um ambiente prazeroso para as crianças, pois elas passam a maior parte do
dia em uma creche do que com a própria família.
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