sábado, 30 de abril de 2016


Pedagogia Empresarial


Com a chegada da tecnologia o trabalhador teve a necessidade de produzir conhecimento e adquirir conhecimento, pois o mesmo realizava trabalhos repetitivos agora tem uma grande parcela no processo produtivo. As empresas sentem a necessidade de um profissional responsável pelos processos educativos dentro das empresas capaz de conduzir o processo de conhecimento nas mesmas.
A pedagogia empresarial se ocupa basicamente com os conhecimentos as competências, as habilidades e as atitudes diagnosticadas como indispensáveis e necessários à melhoria da produtividade.
O pedagogo como instrumento de educação na empresa tem capacidade e os conhecimentos necessários para identificar, selecionar e desenvolver pessoas para o âmbito empresarial. Este profissional possui competências para trabalhar na área de recursos humanos, pois a pedagogia busca formar o homem para a vida, se preocupa com uma formação integral, crítica, seres pensantes, de opinião capaz de ver a realidade e modificá-la.
A pedagogia vive a procura de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem, apropriação de conhecimentos, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal. Melhoria da produtividade
Portanto em função de toda a mudança, ocorre à necessidade do pedagogo se tornar uma pessoa critica e visionária capaz de se adaptar a mudanças, mais flexível, e que contribua efetivamente para o processo empresarial, com objetivo primordial de se apresentar de forma prática e teórica a função da área de treinamento e desenvolvimento de pessoal, bem como sua utilização para alcançar objetivos organizacionais. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, programas de treinamento. E também compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento
 O pedagogo é um mediador do processo de aprendizado, pesquisador, gestor. Esse profissional tem domínio da ciência pedagógica que fundamenta sua atuação. O pedagogo empresarial cumpre um importante papel dentro das empresas e organizações articulando as necessidades junto da gestão de conhecimentos, com a função de qualificação de pessoal nas diferentes áreas do saber empresarial gerando qualidade e produtividade, pois a empresa também é um ambiente de aprendizado.



Referência bibliográfica:
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral.
Pedagogia Empresarial –
 atuação do pedagogo na empresa.
 Rio de janeiro: Wak Editora, 2003.

PEDAGOGIA%20EMPRESARIAL%20TENDENCIAS.pdf

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Plano de Aula - Teatro -Menina Bonita do Laço de Fita

Plano de aula

1)Título : Teatro da historia Menina Bonita do Laço de Fita (Ana Maria Machado.

2) Objetivos:
Compreender o teatro em suas dimensões artísticas e estética, histórica e social...
 Através do teatro (da história Menina Bonita do Laço de Fita), valorizar a produção e a apresentação do teatro estimulando a linguagem oral.
Desenvolver a imaginação a fantasia e a criatividade.
Perceber-se e perceber o outro como diferente, respeitar as diferenças.

3) Público alvo: Crianças de 4 a 7 anos de idade.

4) Material: Cenário, casinha para os fantoches (feita de papelão).  Fantoches de varetas dos personagens, (elaborados pelas próprias crianças). Uma menina de cor negra (como na história), um coelho bem branquinho, uma mulata (mãe),uma coelha pretinha e vários coelhos,brancos, listrados , malhados e pretos.(filhotes)
Texto da história Menina Bonita do Laço de Fita.
 Um fundo musical.

5) Desenvolvimento: Trabalhar as diferenças de maneira bem divertida e descontraída, através da peça de teatro com fantoches de varetas (da história Menina Bonita do Laço de fita).
Antes de apresentar a história conversar com as crianças que somo únicos. Temos nossas diferenças, com características que herdamos dos nossos familiares, que precisam ser respeitadas e valorizadas.
Apresentação do teatro:
Uma criança que tem o domínio de leitura faz a narração da história, e a medida que a história está sendo narrada, outras crianças, representarão os personagens, usando  os fantoches de varetas  e fazendo  suas falas. O resto da turma ficará na plateia.



História: Menina Bonita do Laço de Fita  ( Ana Maria Machado)

Narrador :

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas.
Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar  quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
Fala do coelho:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas  inventou:­
Fala da menina:
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
Narrador:
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
Fala do coelho:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia, mas inventou:
Fala da menina:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
Narrador:
O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.
Mas não ficou nada preto.
Fala do coelho:
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia, mas inventou:­
Fala da menina:
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
Narrador:
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
Fala do coelho:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
Narrador:
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
Fala da mãe da menina:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Narrador:
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até
com os parentes tortos.E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina,
tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda
a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha.
Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...


6) Avaliação: A avaliação será feita pela observação do desenvolvimento de cada aluno, bem como a forma como ele se expressou oralmente e o seu desenvolvimento ao interpretar o personagem. Após a realização desta atividade, a professora também acompanhará a forma como os estudantes passarão a se tratar em relação às suas diferenças.






sábado, 30 de maio de 2015

Atividade 2- Pesquisando a realidade Brasileira

28/06/2014 07h00 - Atualizado em 28/06/2014 07h00

Veja qual é a situação atual de cada uma das metas do Plano da Educação

PNE traça metas para todos os níveis de ensino até 2023. 
Objetivo é melhorar a qualidade da educação nos próximos dez anos.

Do G1, em São Paulo
O Brasil tem dez anos para melhorar a qualidade de educação pública. Depois de quase quatro anos de discussão, o Plano Nacional da Educação (PNE) que estabele 20 metas, foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff na ultima quarta-feira (25) (veja no vídeo acima).
Alejandra Meraz Velasco, gerente da área técnica do movimento Todos pela Educação, diz que mesmo não tendo grandes inovações, todas as metas do PNE são muito desafiadoras. "O desafio é alcançar a equidade, o Brasil precisa lutar na redução da desigualdade. Temos de alcançar as metas e combater a desigualdade, não dá para a Região Nordeste ser visivelmente inferior às Regiões Centro-Oeste e Sudeste."
Para monitorar o andamento das metas, o Todos pela Educação criou, em parceria com outros institutos, o Observatório do PNE, uma plataforma on-line que traz indicadores sobre a situação em cada um dos objetivos estabelecidos pelo plano.
A elaboração é do Todos pela Educação com base em dados do censo escolar, IBGE/ Pnad, Prova ABC, Capes. Foram utilizados os dados mais atualizados, porém são do ano de 2012.
Confira a posição do Brasil em cada uma das 20 metas do plano:
1) EDUCAÇÃO INFANTIL
A meta é ter 100% das crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola até 2016...
Como estamos: 82,2%
... e 50% das crianças com até três anos matriculadas em creches nos próximos dez anos.
Como estamos: 23,5%
2) ENSINO FUNDAMENTAL
A meta é fazer com que todas as crianças de 6 a 14 anos estejam matriculadas no ensino fundamental de 9 anos...
Como estamos: 93,8%
... e garantir que, em um prazo de dez anos, pelo menos 95% delas concluam o fundamental na idade recomendada.
Como estamos: 67,4%
3) ENSINO MÉDIO
A meta é alcançar 100% do atendimento escolar para adolescentes entre 15 e 17 anos...
Como estamos: 81,2%
... e elevar, em até dez anos, a taxa líquida de matrículas dessa faixa etária no ensino médio para 85%.
Como estamos: 54,4%
4) EDUCAÇÃO ESPECIAL
A meta é garantir que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica com atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.
Como estamos: não há dados para o monitoramento desta meta. As pesquisas e o Censo do IBGE não levantam informações completas que permitam diagnosticar a situação.
5) ALFABETIZAÇÃO
A meta é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental.
Como estamos:
44,5% das crianças com aprendizagem adequada em leitura (meta é atingir 100% em dez anos nos três quesitos)
30,1% das crianças com aprendizagem adequada em escrita
33,3% das crianças com aprendizagem adequada em matemática
6) EDUCAÇÃO INTEGRAL
A meta é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas...
Como estamos: 28,4%
... e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Como estamos: 9,9%
7) APRENDIZADO NA IDADE CERTA
A meta é melhora a qualidade da educação e aumentar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em três etapas até 2021:
- 6,0 nos anos iniciais do fundamental
Como estamos: 5,0
- 5,5 nos anos finais do fundamental
Como estamos: 4,1
- 5,2 no ensino médio
Como estamos: 3,7
8) ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO ADULTA
A meta é aumentar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, alcançando, em até dez anos, a média de 12 anos de estudo para as populações do campo e dos 25% mais pobres; além disso, igualar a escolaridade média entre negros e não-negros.
Como estamos:
7,6 anos (população do campo)
7,9 anos (população mais pobre)
9 anos (população negra)
9) ANALFABETISMO DOS ADULTOS
A meta é reduzir para 6,5% a taxa de analfabetismo da população maior de 15 anos até 2015 e erradicá-la em até dez anos...
Como estamos: 91,3% (taxa de alfabetização)
... e reduzir a taxa de analfabetismo funcional pela metade no mesmo período.
Como estamos: 27% (meta é 13,5%)
10) EJA INTEGRADA À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é garantir que pelo menos 25% das matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) seja integrada à educação profissional.
Como estamos:
0,7% (no ensino fundamental)
2,7% (no ensino médio)
11) EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público.
Como estamos:
1.362.200 matrículas no ensino técnico (meta é atingir 4.086.600 até 2023)
59.989 novas matrículas na rede pública (meta é atingir 1.362.200 até 2023)
12) EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é elevar a taxa bruta de matrícula da educação superior para 50% da população entre 18 a 24 anos, assegurando a qualidade, e expandir as matrículas no setor público em pelo menos 40%.
Como estamos:
15,4% é a porcentagem de matrículas da população de 18 a 24 anos no ensino superior
13) TITULAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é garantir que pelo menos 75% dos professores da educação superior sejam mestres e 35%, doutores.
Como estamos: 
68,3% mestres e doutores
29,9% doutores
14) PÓS-GRADUAÇÃO
A meta é ampliar as matrículas na pós-graduação stricto sensu para atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Como estamos:
42.878 mestres
13.912 doutores
15) FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é criar, em até um ano, uma política nacional de formação de professores para assegurar que todos os professores da educação básica possuam curso de licenciatura de nível superior na área de conhecimento em que atuam.
Como estamos:
78,1% professores de educação básica com curso superior
48,3% professores do ensino médio que têm licenciatura na área em que atuam
16) PÓS-GRADUAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é formar, em até dez anos, 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação, e garantir que 100% dos professores tenham curso de formação continuada.
Como estamos:
29% professores da educação básica com pós
17) SALÁRIO DO PROFESSOR
A meta é equiparar, em até seis anos, os salários dos professores das redes públicas de educação básica ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Como estamos: 51,7% é o rendimento médio dos professores da educação básica em relação ao rendimento dos demais profissionais com mesma escolaridade
18) PLANO DE CARREIRA DO PROFESSOR
A meta é criar, em até dois anos, planos de carreira para os professores do ensino básico e superior das redes públicas, tomando como base o piso salarial nacional.
Como estamos: não há indicador que permita o acompanhamento desta meta.
19) GESTÃO DEMOCRÁTICA
A meta é em até dois anos, dar condições para a efetivação da gestão democrática da educação, com critérios de mérito e desempenho e consulta pública à comunidade escolar.
Como estamos: não há um indicador que permita acompanhar o cumprimento desta meta.
20) FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
A meta é atingir, em até dez anos, o investimento do equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública.
Como estamos: 5,3%

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Novo cenário da Política Brasileira


1)    Pesquise sobre a mudança recente dos ministros da educação. Porque houve esta mudança?
O ex-ministro da educação Cid Gomes deixou o cargo dia 18 de março de 2015 ,após ter discutido com parlamentares e fazerem trocas de ofensas na câmara dos deputados.


2) Quem é o novo ministro?
Renato Janine Ribeiro é o 5º ministro da educação desde o primeiro mandato de Dilma Rousseff, ele tomou posse do cargo dia 6 de abril de 2015.


3) Você sabe algo sobre a secretaria de educação do nosso Estado?
A secretária de Estado de Educação de Minas Gerais, Macaé Evaristo, comemorou a assinatura pelo governador Fernando Pimentel, nesta sexta-feira (15/5), do acordo histórico que vai possibilitar o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional para os professores da rede pública estadual. Além do reajuste salarial, o documento também garante a extinção do regime de subsídio e o descongelamento das carreiras, com isonomia de tratamento para todas as carreiras da Educação e entre servidores ativos e aposentados. De acordo com a secretária, os avanços só foram conseguidos com diálogo, transparência, sensibilidade e vontade política, fruto de um esforço da categoria. “O esforço que o governo de Minas Gerais fará nos próximos anos não tem comparação na história do Estado”, destacou Macaé Evaristo.

A secretária de Educação ressaltou que, a partir da assinatura do acordo e de sua aprovação pela Assembleia Legislativa, os reflexos serão sentidos diretamente na sala de aula. “Teremos professores mais motivados, uma relação digna. Nós queremos que as pessoas sejam tratadas com dignidade, que todos os nossos estudantes sejam tratados com dignidade”, afirmou.

O consenso da sociedade brasileira de que a educação pública no país precisa melhorar, segundo a secretária, será garantido no governo estadual, com a manutenção da mesa de negociação com a classe. “Eu acho muito importante que a gente avance na discussão de piso, carreira e salário, mas, fundamentalmente, o que a gente precisa é avançar no debate da centralidade dos estudantes, dos currículos, dos professores”, avaliou Macaé.

A secretária ainda ressaltou a importância em garantir a estabilidade do quadro profissional nas escolas. “Outra questão que nós vamos fazer e que será muito importante para Minas Gerais é garantir um quadro mais estável nas escolas com uma política de nomeação”. De acordo com a secretária, o objetivo do governo é chegar ao número de 60 mil profissionais nomeados, invertendo o quadro atual.

Plano de carreira

Pelo acordo, será concedido reajuste de 31,78% na carreira do Professor de Educação Básica, a ser pago em dois anos, ficando assegurado o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.
O reajuste será implementado em três parcelas que serão incorporadas ao salário. A primeira delas, de R$ 190, corresponde a um aumento de 13,06% para o Professor de Educação Básica, e será paga mensalmente a partir de junho de 2015. A segunda parcela, no valor de R$ 135,00, representa um aumento de 8,21% para o professor e será paga mensalmente a partir de agosto de 2016. As duas parcelas iniciais serão incorporadas à tabela de vencimento em junho de 2017.

A terceira parcela, no valor de R$ 137,48, corresponde a um aumento de 7,72% para o professor e será paga mensalmente a partir de agosto de 2017, com incorporação à tabela de vencimento em julho de 2018. Isso significa que em agosto de 2017, o professor de Educação Básica terá assegurado o Piso Salarial Profissional Nacional para uma carga horária de 24 horas semanais.

O acordo ainda garante a atualização do Piso Salarial Estadual nos mesmos índices de correção do piso nacional em janeiro de 2016, 2017 e 2018. Os aposentados nas carreiras da educação básica também terão os mesmos aumentos previstos para os servidores em atividade. Além da garantia do pagamento do piso, haverá a extinção do regime de subsídio e a implementação do vencimento inicial, acumulável com vantagens.
4)Quem é o secretário de educação de seu município?
Dulcelene Lima dos Santos Cardoso



5) Se você fosse o secretário de educação do seu município. O que faria?
Elaboraria a política educacional do município de Nanuque, com  metas e  investimentos  para melhorar a qualidade da Educação Infantil e Fundamental com  reformas políticas  educacionais ,em especial a educação infantil. Pois os primeiros anos de vida de uma criança são decisivos para o seu desenvolvimento futuro, até os 5 anos as crianças desenvolvem capacidades fundamentais com base nas quais toda as  suas outras habilidades cognitivas serão construídas. Elaboraria projetos voltados para o esporte arte e cultura, Com coordenadores capacitados para atuar.
Reformaria as creches, para que ela se torne um ambiente prazeroso para as crianças, pois elas passam a maior parte do dia em uma creche  do que com a  própria família.


INEP

Com base na Portaria nº. 2.255, de 25 de agosto de 2003, Art. 1, O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), criado pela Lei n. 378, de 13 de janeiro de 1937, é transformado em autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação, nos termos da Lei nº. 9.448, de 14 de março de 1997, alterada pela Lei nº. 10.269, de 29 de agosto de 2001, tem por finalidades:
I -  organizar e manter o sistema de informações e estatísticas educacionais;
II -  planejar, orientar e coordenar o desenvolvimento de sistemas e projetos de avaliação educacional, visando o estabelecimento de indicadores de desempenho das atividades de ensino no País;
III - apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios no desenvolvimento de sistemas e projetos de avaliação educacional;
IV - desenvolver e implementar, na área educacional, sistemas de informação e documentação que abranjam estatísticas, avaliações educacionais, práticas pedagógicas e de gestão das políticas educacionais;
V - subsidiar a formulação de políticas na área da educação, mediante a elaboração de diagnósticos e recomendações decorrentes da avaliação da educação básica e superior;
VI - coordenar o processo de avaliação dos cursos de graduação, em conformidade com a legislação vigente;
VII - definir e propor parâmetros, critérios e mecanismos para a realização de exames de acesso ao ensino superior;
VIII - promover a disseminação de informações sobre avaliação da educação básica e superior; e
IX - articular-se, em sua área de atuação, com instituições nacionais, estrangeiras e internacionais, mediante ações de cooperação institucional, técnica e financeira, bilateral e multilateral.

http://portal.inep.gov.br/institucional-historia